Mein Kampf

"A Minha Luta", é deste modo que me refiro à minha vida. Não, não sou fã de Adolph Hitler, mas nenhum outro titulo senão o do seu manifesto se adequava tão bem ao momento....

domingo, setembro 10, 2006

aMiZaDe...

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.
Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas um menino de 8 anos, considerada em pior estado.
Foi necessário pedir ajuda por um rádio, e ao fim de algum tempo um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local.
Era preciso agir rapidamente, senão o menino morreria devido ao traumatismo e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como? Após vários testes rápidos ao sangue do menino, para determinarem o seu tipo, o médico percebeu que não tinha consigo o tipo de sangue necessário.
Decidiram então reunir as crianças, e entre gesticulações e arranhando o idioma, o médico e a enfermeira tentaram explicar aos miudos o que estava a acontecer fazendo-os perceber que precisavam de um voluntário para doar sangue.
Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar timidamente.
Era um menino chamado Heng.
Ao fazerem testes ao sangue de Heng, verificaram que o seu tipo de sangue era compatível com o da criança que estava prestes a falecer. Preparam então o menino com toda a rapidez ao lado do menino agonizante. Heng manteve-se quieto e com o olhar fixo no tecto enquanto lhe retiravam o sangue necessário.
Passado um momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre.
O médico perguntou-lhe se estava a doer e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas.
O médico ficou preocupado e voltou-lhe perguntar, e novamente o menino negou. Por fim, os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso e ininterruptível. Era evidente que alguma coisa estava errada.
Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra ala, a quem o médico pediu que procurasse saber o que se estava a passar com Heng.
Com voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas, e aos poucos o menino voltou a ficar tranquilo.

No fim de tranquilizar o menino, a enfermeira vietnamita explicou aos americanos:
- "Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido o que vocês disseram e estava a pensar que ia ter que doar TODO o seu sangue para o menino não morrer."

Então, o médico aproximou-se dele, e com a ajuda da enfermeira, perguntou-lhe:
- "Mas, se era assim, por que é que te ofereceste para doar o teu sangue ao menino?"

E Heng respondeu simplesmente:
- "Porque ele era meu AMIGO..."


Ontem, comentei com alguém que tinha conquistado alguns objectivos ultimamente, mas perdido um outro objectivo pelo qual lutei sem dar tréguas, e a resposta que obtive foi:


- Não conquistaste esse objectivo, mas ganhaste um grande amigo!

A história é linda, e se realmente ganhei um amigo assim, então nem tudo perdi...

2 Comments:

  • At domingo, setembro 10, 2006, Anonymous Anónimo said…

    Sinceramente não sei, o k dizer, mas uma coisa é certa o verdadeiro sentido da amizade está presente nesta história. Por amigo não adianta estar a repetir tudo o k já t disse milhões de vezes e k significas pra mim, um grande, grande amigo. Fica bem abraço ;)

     
  • At terça-feira, setembro 12, 2006, Anonymous Anónimo said…

    Realmente a historia k tu foste buscar é carregada de sentimento e de compaixão pelo proximo... mas na verdade será mm ixo k significa amizade??? imagina cmg... sendo meu amigo preferias k eu morresse por ti, em vez de continuar com a minha vida k ainda agr começou?
    todas estas historias saõ muito bonitas de se contar, mas se pensar-mos bem, a amizade n é desejar k o outro morra ou até mm sofra por nós, é desejar o k de melhor existe, é kerer sempre ver o outro bem, por isso krido... para mim estas historias em k uma criança da a vida por outra criança e se torna um heroi por isso , não fazem sentido , ou então é a procura de uma imortalidade que em vida n se conseguem , sem se faxer grandes feitos... pensem e reflictam ... serão realmente capazes de dar a vida por outra pessoa?
    qual seria o sentimento com k o vosso amigo ficaria depois de tal brutalidade?
    e por fim será k a amizade é kerer ver o outro sofrer por nós, em vez de enfrentar-mos o nosso proprio destino?
    perguntas pertinentes estas, que têm o seu fundo de VERDADE!!

    Um beijo da Bruna A.

     

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